Casa arrumada é assim:
Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas… Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo: Aqui tem vida…
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.Sofá sem mancha? Tapete sem fio puxado? Mesa sem marca de copo? Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança. Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante, passaporte e vela de aniversário, tudo junto…
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos…
Netos, pros vizinhos… E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia.
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente. Arrume a sua casa todos os dias…
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela… E reconhecer nela o seu lugar.
(Carlos Drummond de Andrade)
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Minimamente Feliz
A felicidade é a soma das pequenas felicidades. Li essa frase num outdoor em Paris e soube, naquele momento, que meu conceito de felicidade tinha acabado de mudar. Eu já suspeitava que a felicidade com letras maiúsculas não existia, mas dava a ela o benefício da dúvida.
Afinal, desde que nos entendemos por gente aprendemos a sonhar com essa felicidade no superlativo. Mas ali, vendo aquele outdoor estrategicamente colocado no meio do meu caminho (que de certa forma coincidia com o meio da minha trajetória de vida), tive certeza de
que a felicidade, ao contrário do que nos ensinaram os contos de fadas e os filmes de Hollywood, não é um estado mágico e duradouro.
Na vida real, o que existe é uma felicidade homeopática, distribuída em conta-gotas. Um pôr-de-sol aqui, um beijo ali, uma xícara de café recém-coado, um livro que a gente não consegue fechar, um homem que nos faz sonhar, uma amiga que nos faz rir. São situações e momentos que vamos empilhando com o cuidado e a delicadeza que merecem alegrias de pequeno e médio porte e até grandes (ainda que fugazes) alegrias.
'Eu contabilizo tudo de bom que me aparece', sou adepta da felicidade homeopática. 'Se o zíper daquele vestido que eu adoro volta a fechar (ufa!) ou se pego um congestionamento muito menor do que eu esperava, tenho consciência de que são momentos de felicidade e vivo cada segundo.
Alguns crescem esperando a felicidade com maiúsculas e na primeira pessoa do plural: 'Eu me imaginava sempre com um homem lindo do lado, dizendo que me amava e me levando pra lugares mágicos. Agora, se descobre que dá pra ser feliz no singular: 'Quando estou na estrada dirigindo e ouvindo as músicas que eu amo, é um momento de pura felicidade. Olho a paisagem, canto, sinto um bem-estar indescritível'.
Uma empresária que conheci recentemente me contou que estava falando e rindo sozinha quando o marido chegou em casa. Assustado, ele perguntou com quem ela estava conversando: 'Comigo mesma', respondeu. 'Adoro conversar com pessoas inteligentes'.
Criada para viver grandes momentos, grandes amores e aquela felicidade dos filmes, a empresária trocou os roteiros fantasiosos por prazeres mais simples e aprendeu duas lições básicas: que podemos viver momentos ótimos mesmo não estando acompanhadas e que não tem sentido esperar até que um fato mágico nos faça felizes.
Esperar para ser feliz, aliás, é um esporte que abandonei há tempos. E faz parte da minha 'dieta de felicidade' o uso moderadíssimo da palavra 'quando'. Aquela história de 'quando eu ganhar na Mega Sena', 'quando eu me casar', 'quando tiver filhos', 'quando meus filhos crescerem', 'quando eu tiver um emprego fabuloso' ou 'quando encontrar um homem que me mereça', tudo isso serve apenas para nos distrair e nos fazer esquecer da felicidade de hoje.
Esperar o príncipe encantado, por exemplo, tem coisa mais sem sentido? Mesmo porque quase sempre os súditos são mais interessantes do que os príncipes; ou você acha que a Camilla Parker-Bowles está mais bem servida do que a Victoria Beckham?
Como tantos já disseram tantas vezes, aproveitem o momento, amigos. E quem for ruim de contas recorra à calculadora para ir somando as pequenas felicidades. Podem até dizer que nos falta ambição, que essa soma de pequenas alegrias é uma operação matemática muito modesta para os nossos tempos. Que digam.
Melhor ser minimamente feliz várias vezes por dia do que viver eternamente em compasso de espera.
Leila Ferreira, jornalista.
Para sambar na cara dos meus momentos ruins, alguns dos meus momentos de felicidade.

Afinal, desde que nos entendemos por gente aprendemos a sonhar com essa felicidade no superlativo. Mas ali, vendo aquele outdoor estrategicamente colocado no meio do meu caminho (que de certa forma coincidia com o meio da minha trajetória de vida), tive certeza de
que a felicidade, ao contrário do que nos ensinaram os contos de fadas e os filmes de Hollywood, não é um estado mágico e duradouro.
Na vida real, o que existe é uma felicidade homeopática, distribuída em conta-gotas. Um pôr-de-sol aqui, um beijo ali, uma xícara de café recém-coado, um livro que a gente não consegue fechar, um homem que nos faz sonhar, uma amiga que nos faz rir. São situações e momentos que vamos empilhando com o cuidado e a delicadeza que merecem alegrias de pequeno e médio porte e até grandes (ainda que fugazes) alegrias.'Eu contabilizo tudo de bom que me aparece', sou adepta da felicidade homeopática. 'Se o zíper daquele vestido que eu adoro volta a fechar (ufa!) ou se pego um congestionamento muito menor do que eu esperava, tenho consciência de que são momentos de felicidade e vivo cada segundo.
Alguns crescem esperando a felicidade com maiúsculas e na primeira pessoa do plural: 'Eu me imaginava sempre com um homem lindo do lado, dizendo que me amava e me levando pra lugares mágicos. Agora, se descobre que dá pra ser feliz no singular: 'Quando estou na estrada dirigindo e ouvindo as músicas que eu amo, é um momento de pura felicidade. Olho a paisagem, canto, sinto um bem-estar indescritível'.
Uma empresária que conheci recentemente me contou que estava falando e rindo sozinha quando o marido chegou em casa. Assustado, ele perguntou com quem ela estava conversando: 'Comigo mesma', respondeu. 'Adoro conversar com pessoas inteligentes'.
Criada para viver grandes momentos, grandes amores e aquela felicidade dos filmes, a empresária trocou os roteiros fantasiosos por prazeres mais simples e aprendeu duas lições básicas: que podemos viver momentos ótimos mesmo não estando acompanhadas e que não tem sentido esperar até que um fato mágico nos faça felizes.
Esperar para ser feliz, aliás, é um esporte que abandonei há tempos. E faz parte da minha 'dieta de felicidade' o uso moderadíssimo da palavra 'quando'. Aquela história de 'quando eu ganhar na Mega Sena', 'quando eu me casar', 'quando tiver filhos', 'quando meus filhos crescerem', 'quando eu tiver um emprego fabuloso' ou 'quando encontrar um homem que me mereça', tudo isso serve apenas para nos distrair e nos fazer esquecer da felicidade de hoje.
Esperar o príncipe encantado, por exemplo, tem coisa mais sem sentido? Mesmo porque quase sempre os súditos são mais interessantes do que os príncipes; ou você acha que a Camilla Parker-Bowles está mais bem servida do que a Victoria Beckham?
Como tantos já disseram tantas vezes, aproveitem o momento, amigos. E quem for ruim de contas recorra à calculadora para ir somando as pequenas felicidades. Podem até dizer que nos falta ambição, que essa soma de pequenas alegrias é uma operação matemática muito modesta para os nossos tempos. Que digam.
Melhor ser minimamente feliz várias vezes por dia do que viver eternamente em compasso de espera.
Leila Ferreira, jornalista.
Para sambar na cara dos meus momentos ruins, alguns dos meus momentos de felicidade.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Quando eu era criança...
... eu tinha um quadro da família dinossauro no quarto. Nele, o Baby batia na cabeça do Dino e estava escrito: Não é mamãe!
Não lembro como esse assunto surgiu, eu sei que depois desse meu comentário, eu e minhas colegas de trabalho listamos várias coisas do tempo que a gente era criança. Como é engraçado parar para pensar nisso né. Pensar que a gente se divertia com coisas tão simples e as crianças de hoje só querem saber de Playstation, Playstation, Playstation...
Eu por exemplo, não tinha casas de Barbie, eu fazia minhas próprias casinhas com terra e água. Pegava uma terrinha, colocava um pouco de água, fazia um barrinho e modelava minhas casas em cima de um pedaço de madeira que servia de base.
Eu pegava um pedaço de cano, colocava sabão em pó em um copo e saia fazendo bolinhas. Era uma alegria. Tá que essa alegria teve fim para mim quando eu ao invés de soprar suguei o líquido e tomei água de sabão em pó. Tive que tomar um copo de leite cheio para, de acordo com a minha mãe, desintoxicar. Até hoje leite puro me dá nojinho.
Eu jogava tazo. Nossa, como eu gostava. Quando surgiram aqueles que a gente montava e ele saia rodopiando então, minha nossa senhora, que felicidade. Bolinha de gude era outra diversão. Eu sempre acabava brigando, porque sempre tinha aquele que carregava, que queimava a linha, enfim, roubava na cara dura.
Ah... Outra coisa que eu fazia. Brincava de esconder no bairro todo.
Tá, eu não fazia, meus irmãos faziam. Eu era pequena demais. Sempre fiquei só na vontade =/
Mas... Para compensar o fato de que eu nunca pude brincar de esconder no bairro todo, depois de uns anos eu tive o prazer de ter em casa uma mesa de ping pong, um pinball e uma bicicleta com dois lugares. Todos, feitos pelos meus irmãos. Tirando que eu continuava pequena demais para andar na bicicleta de dois lugares, eu me diverti muito com a mesa de ping pong e com o pinball.
Sabão cracrá, sabão cracrá... Não deixa os cabelos do sapo enrolar. Era assim que eu cantava. Minha mãe jurava que eu não sabia que era saco. Mas quem é que disse que eu sabia de que saco é que a música tava falando. Eu não entendia a letra, mas que eu sabia que não era sapo eu sabia.
Tantas e tantas coisas. Algumas que eu nem lembro. As crianças podiam ficar na rua brincando até anoitecer, não tinha problema nenhum. Tempo bom.
As crianças de hoje em dia que me desculpem, mas quando eu era criança era bem mais legal!
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Como esquecer
Júlia, interpretada por Ana Paula Arósio, é uma professora universitária chata. Não, ela não é chata por ser uma professora universitária, ela é chata porque levou um fora da namorada com quem morou durante 10 anos. Melhor ainda, ela não é chata, ela se tornou chata depois do fora. Continuando...
Depois de deixar o apartamento onde morou com a ex namorada, a professora passa a morar com o amigo Hugo (Murilo Rosa), um gay viúvo que também tenta superar a dor da perda do companheiro. Para completar o drama, Lisa ( Natália Lage), grávida e abandonada pelo namorado, vai morar com os dois.
O filme fala da batalha que é superar algumas dores, de aprender a conviver com fantasmas do passado. Na minha opinião é um filme tenso, e toda a tristeza da Júlia cansa. Chegou num ponto em que eu pensei que o filme ia acabar e a Júlia ia continuar na mesma. O que salvou o filme, na minha opinião, foi o humor gostoso do Hugo.
Enfim, tinha tudo pra ser muito bom e não foi. Claro que comparado com outros filmes brasileiros, que tem 5 palavrões a cada 3 linhas de texto, é muito bom, é inteligente. Tá aí, será que o filme é inteligente demais pra mim? Vai saber... Assistam e tirem suas próprias conclusões.
domingo, 7 de agosto de 2011
Fazendo arte na certidão de nascimento
Da série, os melhores e-mail que já li.
Usnavi: Filho de um fanático por navios americanos, que apresentam a inscrição U.S. NAVY.
Laion, Pa
ntro e Xitara: Geração Thundercats
Uilikit e Uiliket: Gêmeos também da geração acima.
Bilidudilei e Jimibradilei da Silva: Irmãos.
Letisgo: Outro clássico. Let´s go, em versão tupiniquim. Duro era gritar o nome para chamar para a consulta.
Railander da Silva: Esse sofreu um corte, para sua sorte, não foi a sua cabeça que foi cortada.
Heman Eduardo: A pronúncia é He-Man! Pelos poderes de Grayskull!! Acreditem ou não, sua irmã se chamava She-Ra.
Bruno: Filho mais velho. Até aí nada, o problema foi quando o mais novo nasceu e foi batizado de Marrone.
Pir: Pronúncia PI-ERRE.
Ellen Geoáite: Homenagem a uma escritora americana chamada Ellen G. White.
Eneaotil: Era mais fácil chamar de NÃO.
Darzã: O pai era fanho e o cara do cartório não entendeu quando ele disse: Tarzan.
Kwysswyla: Uma proeza, só uma vogal! Leia-se Quíssila
Romixinaide: Homenagem a Romy Schneider. Tá, eu sei que você não conhece. Foi uma diva do cinema há uns 50 anos atrás.
Shaite: Nosso velejador Robert Scheidt também merece homenagem
Madeinusa: Exótico? Apenas a expressão MADE IN USA, junta.
Mikarraquinem: Criança que adorava correr do banho. [?]
Free William da Silva: Free Willy legendado.
Mijardenia e Merdamercia: Irmãs, carinhosamente chamadas de Mimi e Memé
Tayla Nayla, Taxla Naxla, Tarla Narla: Levanta a mão aí quem também era fã de Tartarugas Ninja!
Michelângelo: Seria uma homenagem bonita ao pintor renascentista? Nada, era a tartaruga ninja mesmo.
Leidi Dai: Nem precisa tecla SAP
João Lenão: Beatle tupiniquim
Magaiver: Esse com certeza tinha uma mãe que tomava pílula e um pai vasectomizado que estava usando camisinha no dia. E mesmo assim nasceu.
Orange, Blue e Yellow: Família arco-íris
Justdoit: A Nike fazendo a cabeça do povão
Aga Esterna: Essa era uma jóia! Literalmente.
Mari Onete: Ao contrário do que se pensa, foi sozinha à consulta.
Delícia Cremosa: Devem ter levado o pote de margarina pro cartório.
Jedai: Que a força esteja com você.
Inri*: Isso mesmo. Jesus de Nazaré Rei dos Judeus.
Rudegulete e Claiver: 2 irmãos, uma dupla de ataque poderosa (RuudGullit e Kluivert)
Ulton: Ao chamar a criança, o médico foi corrigido pela mãe: U-Eli-Ton. Tem que pronunciar o “L”.
Istiveonder da Silva: Ao contrário do cantor, esse enxergava bem.
Uiliam Bone: Futu
ro apresentador do Jornal Nacional.
Silvester Estalone: Diz o médico que pediu um autógrafo.
Hyrum: Pronuncia "Airon". Questionado, o pai disse que era homenagem ao Iron Maiden.
Frankstein Junior: O pai se chamava João da Silva.
Como será que posso fazer pra demonstrar minha paixão pelo esporte e minha estupidez simultaneamente?
Kung Fu José e Kung Fu João: Gêmeos.
Myqueimausi: Deve ser filho do Valdisnei
Miquetiçon: Segundo a mãe, pronuncia-se Mike Tyson.
Patrick Itambé da Silva: Homenagem ao ex-piloto francês de F1: Patrick Tambay.
Villejack Jeans e Cachemire Bouquet: Dois irmãos. Eita propaganda
Hotidogson: Nem o cachorro quente escapa da homenagem
Milquesheiqueson: Qual era o sabor?
>Brucili Benedito da Silva : Mais um homenageado, Bruce Lee
Abias Corpus da Silva: Esse nunca iria preso.
B R A SI L, PAÍS DA CRIATIVIDADE!? ? ?
Por Mauricio Garcia
Sou formado em Medicina há 7 anos, e minha carreira me proporcionou contato com as mais variadas e indescritíveis figuras e situações. Vim de família de classe média e começar a trabalhar com todas as parcelas da população é um choque de cultura inigualável.
Vê-se de tudo. Muitas das situações não podem ser descritas aqui, causariam conflitos éticos em uma profissão onde o sigilo médico impera. Porém, este capítulo da Medicina que abordo agora é aberto a todos. E engraçadíssimo, por sinal.
Apesar de Portugal nos ter fornecido estoque inesgotável de piadas sobre seus habitantes, se vivêssemos sob as leis de lá, este artigo não seria escrito. Estou me referindo ao rigor português ao escolher o nome da criança recém-nata, pois lá existe uma lista de nomes possíveis.
Mas isto aqui é Brasil. O brasileiro é um povo criativo, e resolve fazer arte até na hora de batizar seus filhos. Apresento a vocês uma coletânea feita com colegas meus de profissão, principalmente os pediatras, dos nomes mais bizarros e engraçados vistos em consultórios, maternidades e afins. Afinal, todo mundo tem que passar pelo médico um dia.
Vamos brincar de dar nomes bizarros para nossos filhos! Afinal, eles não podem reclamar mesmo:
Valdisnei: Um clássico. Homenagem ao grande Walt Disney.
Vê-se de tudo. Muitas das situações não podem ser descritas aqui, causariam conflitos éticos em uma profissão onde o sigilo médico impera. Porém, este capítulo da Medicina que abordo agora é aberto a todos. E engraçadíssimo, por sinal.
Apesar de Portugal nos ter fornecido estoque inesgotável de piadas sobre seus habitantes, se vivêssemos sob as leis de lá, este artigo não seria escrito. Estou me referindo ao rigor português ao escolher o nome da criança recém-nata, pois lá existe uma lista de nomes possíveis.
Mas isto aqui é Brasil. O brasileiro é um povo criativo, e resolve fazer arte até na hora de batizar seus filhos. Apresento a vocês uma coletânea feita com colegas meus de profissão, principalmente os pediatras, dos nomes mais bizarros e engraçados vistos em consultórios, maternidades e afins. Afinal, todo mundo tem que passar pelo médico um dia.
Vamos brincar de dar nomes bizarros para nossos filhos! Afinal, eles não podem reclamar mesmo:
Valdisnei: Um clássico. Homenagem ao grande Walt Disney.
Usnavi: Filho de um fanático por navios americanos, que apresentam a inscrição U.S. NAVY.Kaelisson Bruno: Homenagem ao grupo KLB
Caso famoso em Recife: Xerox (pai), Fotocópia (filha mais velha) e Autenticada (filha mais nova)
Merdalina: Pois é. Tem de tudo.
Maiquel Edy Marfy: Seria Michael + Eddie Murphy
Maycom Géquiçom: Sem comentários
Urinoldo Alequissandro: O médico que atendia este garoto o encaminhou para outro colega. Não conseguia parar de rir ao associar o garoto com um urinol.
Kevinson Junior: O nome do pai era Rafael
Caralhecilda: Ninguém chamava a paciente gritando. Por que será?
Um Dois Três de Oliveira Quatro : Esse é famoso. É um agricultor potiguar.
Tospericagerja: Um clássico, homenagem do pai aos craques da Copa de 70: TOStão, PElé, RIvelino, CArlos Alberto, GERson, JAirzinho.
Jean Claude Van Dame da Silva: Um magrinho raquítico.
Boniclaide: Bonnie and Clyde
Erripóter: A mãe não se chamava J.K Rowling.
Kalifornia Drim dos Santos e Roliude dos Santos: Irmãos provindos de uma comunidade hippie.
Darkson Stick Nick da Silva: Venceu um concurso promovido pelos médicos: O pior nome!
Harlei David Son: Born to be wild!
Caso famoso em Recife: Xerox (pai), Fotocópia (filha mais velha) e Autenticada (filha mais nova)
Merdalina: Pois é. Tem de tudo.
Maiquel Edy Marfy: Seria Michael + Eddie Murphy
Maycom Géquiçom: Sem comentários
Urinoldo Alequissandro: O médico que atendia este garoto o encaminhou para outro colega. Não conseguia parar de rir ao associar o garoto com um urinol.
Kevinson Junior: O nome do pai era Rafael
Caralhecilda: Ninguém chamava a paciente gritando. Por que será?
Um Dois Três de Oliveira Quatro : Esse é famoso. É um agricultor potiguar.
Tospericagerja: Um clássico, homenagem do pai aos craques da Copa de 70: TOStão, PElé, RIvelino, CArlos Alberto, GERson, JAirzinho.
Jean Claude Van Dame da Silva: Um magrinho raquítico.
Boniclaide: Bonnie and Clyde
Erripóter: A mãe não se chamava J.K Rowling.
Kalifornia Drim dos Santos e Roliude dos Santos: Irmãos provindos de uma comunidade hippie.
Darkson Stick Nick da Silva: Venceu um concurso promovido pelos médicos: O pior nome!
Harlei David Son: Born to be wild!
Laion, Pa
ntro e Xitara: Geração Thundercats Uilikit e Uiliket: Gêmeos também da geração acima.
Bilidudilei e Jimibradilei da Silva: Irmãos.
Letisgo: Outro clássico. Let´s go, em versão tupiniquim. Duro era gritar o nome para chamar para a consulta.
Railander da Silva: Esse sofreu um corte, para sua sorte, não foi a sua cabeça que foi cortada.
Heman Eduardo: A pronúncia é He-Man! Pelos poderes de Grayskull!! Acreditem ou não, sua irmã se chamava She-Ra.
Bruno: Filho mais velho. Até aí nada, o problema foi quando o mais novo nasceu e foi batizado de Marrone.
Pir: Pronúncia PI-ERRE.
Ellen Geoáite: Homenagem a uma escritora americana chamada Ellen G. White.
Eneaotil: Era mais fácil chamar de NÃO.
Darzã: O pai era fanho e o cara do cartório não entendeu quando ele disse: Tarzan.
Kwysswyla: Uma proeza, só uma vogal! Leia-se Quíssila
Romixinaide: Homenagem a Romy Schneider. Tá, eu sei que você não conhece. Foi uma diva do cinema há uns 50 anos atrás.
Shaite: Nosso velejador Robert Scheidt também merece homenagem
Madeinusa: Exótico? Apenas a expressão MADE IN USA, junta.
Mikarraquinem: Criança que adorava correr do banho. [?]
Free William da Silva: Free Willy legendado.
Mijardenia e Merdamercia: Irmãs, carinhosamente chamadas de Mimi e Memé
Tayla Nayla, Taxla Naxla, Tarla Narla: Levanta a mão aí quem também era fã de Tartarugas Ninja!
Michelângelo: Seria uma homenagem bonita ao pintor renascentista? Nada, era a tartaruga ninja mesmo.
Leidi Dai: Nem precisa tecla SAP
João Lenão: Beatle tupiniquim
Magaiver: Esse com certeza tinha uma mãe que tomava pílula e um pai vasectomizado que estava usando camisinha no dia. E mesmo assim nasceu.
Orange, Blue e Yellow: Família arco-íris
Justdoit: A Nike fazendo a cabeça do povão
Aga Esterna: Essa era uma jóia! Literalmente.
Mari Onete: Ao contrário do que se pensa, foi sozinha à consulta.
Delícia Cremosa: Devem ter levado o pote de margarina pro cartório.
Jedai: Que a força esteja com você.
Inri*: Isso mesmo. Jesus de Nazaré Rei dos Judeus.
Rudegulete e Claiver: 2 irmãos, uma dupla de ataque poderosa (RuudGullit e Kluivert)
Ulton: Ao chamar a criança, o médico foi corrigido pela mãe: U-Eli-Ton. Tem que pronunciar o “L”.
Istiveonder da Silva: Ao contrário do cantor, esse enxergava bem.
Uiliam Bone: Futu
Silvester Estalone: Diz o médico que pediu um autógrafo.
Hyrum: Pronuncia "Airon". Questionado, o pai disse que era homenagem ao Iron Maiden.
Frankstein Junior: O pai se chamava João da Silva.
Como será que posso fazer pra demonstrar minha paixão pelo esporte e minha estupidez simultaneamente?
Kung Fu José e Kung Fu João: Gêmeos.
Myqueimausi: Deve ser filho do Valdisnei
Miquetiçon: Segundo a mãe, pronuncia-se Mike Tyson.
Patrick Itambé da Silva: Homenagem ao ex-piloto francês de F1: Patrick Tambay.
Villejack Jeans e Cachemire Bouquet: Dois irmãos. Eita propaganda
Hotidogson: Nem o cachorro quente escapa da homenagem
Milquesheiqueson: Qual era o sabor?
>Brucili Benedito da Silva : Mais um homenageado, Bruce Lee
Abias Corpus da Silva: Esse nunca iria preso.
B R A SI L, PAÍS DA CRIATIVIDADE!? ? ?
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